
Talvez um dos meus filmes preferidos e, sem dúvida, o que mais me marcou talvez pela idade com que o vi. "O clube dos poetas mortos" estreou em 1989, tinha eu 5 anos, e vi um dia em que passava na RTP 1 devia ter uns 10 anos. Gravei-o numa VHS e vi até à exaustão, a dita cuja não sobreviveu e muitas das passagens acusavam o desgaste ao se renunciarem a mostrar qualquer imagem.
É preciso estômago para lidar com algumas das passagens do filme e tomar noção que ainda é assim hoje em dia, muitos são os que seguem um rumo porque é certo, porque assim é que fica bem ou porque há um outro alguém que quer. Quantos de nós não vivemos condicionados a regras descabidas incapazes de respirar muitas vezes?
A interpretação de Robbie Williams é uma mais valia no meio de tantos bons actores, de tantas personagens riquissimas que dão pano para mangas e de um história simples mas forte, que nos atinge sem aviso prévio.
"Carpe Diem", fazer algo de extraordinário com a vida e não deixar que amarras que amarras estranhas nos prendam.
O plano aos 4.36 min arrepia-me sempre, mesmo hoje depois de ver este filme "n" vezes.
Meu Deus, «O clube dos poetas mortos»!
ResponderExcluirFoi-me recomendado pelo Professor de História do oitavo ano. Ou terá sido do nono... Tanto faz! Também o apanhei na RTP1 e gravei em cassete. Também revi inúmeras vezes. Hoje tenho a certeza que esperava que numa dessas vezes o rapaz tivesse tido coragem de ser quem queria ser...