Assim, só naquela.
Se já me disseram que é uma perda de tempo? Mais vezes que as que precisava de ouvir. Eu sei que não é propriamente a coisa mais útil do mundo, mas eu gosto. É daquelas coisas que uma pessoa pode fazer sem sair de casa, quando o tempo está assim frio, escuro e chuvoso.
Para mim, quanto mais peças tiver melhor. Tudo o que tem menos de 1000 peças não serve. Convencida? Talvez, mas acho que tenho jeito. A partir de uma certa altura comecamos a ver os vários tons de amarelos e azuis e os pormenores a aparecer. Quando se fala de puzzles de 4000 peças, a pequena imagem na caixa torna-se deveras insuficiente para o desafio. Às vezes é mesmo naquela, será que esta peça encaixa mesmo aqui? Há quem faça por tentativa e erro, mas com tanta peça acho que levará demasiado tempo. A minha teoria é de que devemos analisar bem as peças e depois passar ao ataque. Não admira que passe 2/3 horas só a olhar antes de encaixar 2 ou 3 peças.
Agora estão a gozar. Bem acreditem, não é tão frustrante quanto parece.
Pelo menos comigo funciona mesmo.
E o que tenho para mostrar é espelho disso mesmo...
O primeiro (e único) puzzles 3D que fiz. Não gostei, não sei porquê. Gosto mais dos planos...
Estes são os "meus meninos". O primeiro de 1000 peças e o segundo de 4000. Estão ambos embalados à espera de serem pendurados na parede. Para o segundo, vou provavelmente ter que arranjar qualquer tipo de armação, aquilo é coisa para medir um metro e tal... (a mancha no meio é um reflrxo do flash da foto, não é nenhum sol que está ali especado no meio...)
Vão ficar mesmo bem!
Júbilo por finalmente regressares à carga.
ResponderExcluirAinda por cima, vieste relembrar-nos a existência de formas de vida quase aleanígenas que descobriram berloques de prazer para lá da compreensão de muitas mentes estreitas.
(Isso de julgar as pessoas por aquilo que lhes dá prazer, não quero!)
Obrigado pelas boas vindas.
ResponderExcluirEpá, não há mesmo nada a fazer, acho que sou um caso perdido.
Se há berloqueiras que perdem a cabeça por uma boa película, eu perfiro coisas em que possa tocar, cujo produto final dependa também do meu desempenho.
Fica algo visível depois de acabar, que vai ajudar a alegrar as paredes brancas (por enquanto) desta casa...
Mas para os padrões do século XXI, fazer puzzles parece uma actividade da avozinha... Se ela conseguisse ver as peças em condições:P