'Celda 211' (Cela 211), de Daniel Monzón

Transformou uma segunda-feira de depressão patológica num inesperado encontro com a razão primeira porque adoro o cinema. Filme espanhol e em espanhol. Vencedor de vários prémios, mas não importa. Uma história no limite, sobre o limite do ser humano. Impressionante em plenitude. Bem feito. Genial.
'Machete', de Ethan Maniquis e Robert Rodriguez

Série B, dizem eles. Lembra Tarantino. Herói feio, gajas nuas e mau gosto. O melhor «mau filme» do ano. Um gozo.
'The Social Network' (A Rede Social), David Fincher

Interpretações de valor inegável, numa história com dinâmica perfeita, baseada em coisas que 'quiçá' se passaram assim. Antipatizei visceralmente com quase todos os personagens. Só os grandes filmes mexem assim com as vísceras.
'Ondine', de Neil Jordan

Irlandês e não só. Com Colin Farrel. Um conto de fadas que não pareceu estúpido e caiu tão bem.
'Fair Game' (Jogo Limpo), de Doug Liman

Dois actores de topo, Naomi Watts e Sean Penn. Uma história de expiões atípica, porque não é ficção (para alguns).
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