
Já se falou por aqui (a Pikinina) de séries de médicos onde esta estava incluída. Aliás é impossível esta série não estar incluida em qualquer lista de séries minimamente digna (é a minha opinião).
Ontem passou por cá o último episódio desta série que contou com 15 temporadas e uma legião de fãs por todo o mundo. Eu confesso que deixei de ver na 10ª temporada, mais coisa menos coisa, porque comecei a ficar cansada da série e sem tempo para acompanhar como deve ser mas esta é uma série única e ao ver o último episódio apercebi-me disso.
Ali estão médicos, aquelas pessoas nas mãos das quais pomos a nossa vida e a de quem é mais importante para nós, mas a verdade é que eles são tão humanos como qualquer um de nós. E choram, riem, têm falhas, fraquezas e defeitos, têm sonhos, aspirações e uma vida para além das paredes do hospital onde normalmente os vemos. Mas são também pessoas quase heroícas que se dedicam de corpo e alma a salvar aqueles que lhes calham nas mãos e que sentem aqueles que ali estão na maca quase como seus.
É isto que queremos dos médicos, sabermos que vão sentir os doentes como seus e que se vão dar de alma e coração a quem está a precisar deles mas a série ajudou a torná-los humanos, a perceber que eles têm uma vida e problemas para lá do hospital. Além de que esta é uma série muito bem realizada e feita como poucas.
O melhor: A velocidade das filmagens das cenas de operações e situações de escolhas em 5 segundos. O desenvolvimentos das personagens e das suas histórias. E o Clooney, também é um ponto a mais. :)
O pior: A duração da série e algumas temporadas que se tornaram um pouco repetitivas embora tenham conseguido dar a volta à situação com quedas de aviões, explosões e etc. (mas sempre bem encaixados na história da série)
Adorei o final, acabou como começou afinal a vida no serviço de urgência nunca acaba.
Ontem passou por cá o último episódio desta série que contou com 15 temporadas e uma legião de fãs por todo o mundo. Eu confesso que deixei de ver na 10ª temporada, mais coisa menos coisa, porque comecei a ficar cansada da série e sem tempo para acompanhar como deve ser mas esta é uma série única e ao ver o último episódio apercebi-me disso.
Ali estão médicos, aquelas pessoas nas mãos das quais pomos a nossa vida e a de quem é mais importante para nós, mas a verdade é que eles são tão humanos como qualquer um de nós. E choram, riem, têm falhas, fraquezas e defeitos, têm sonhos, aspirações e uma vida para além das paredes do hospital onde normalmente os vemos. Mas são também pessoas quase heroícas que se dedicam de corpo e alma a salvar aqueles que lhes calham nas mãos e que sentem aqueles que ali estão na maca quase como seus.
É isto que queremos dos médicos, sabermos que vão sentir os doentes como seus e que se vão dar de alma e coração a quem está a precisar deles mas a série ajudou a torná-los humanos, a perceber que eles têm uma vida e problemas para lá do hospital. Além de que esta é uma série muito bem realizada e feita como poucas.
O melhor: A velocidade das filmagens das cenas de operações e situações de escolhas em 5 segundos. O desenvolvimentos das personagens e das suas histórias. E o Clooney, também é um ponto a mais. :)
O pior: A duração da série e algumas temporadas que se tornaram um pouco repetitivas embora tenham conseguido dar a volta à situação com quedas de aviões, explosões e etc. (mas sempre bem encaixados na história da série)
Adorei o final, acabou como começou afinal a vida no serviço de urgência nunca acaba.
Ena pá, com o teu 2º parágrafo quase me convenceste que os médicos são incríveis! ;)
ResponderExcluirEnfim, por razões 'profissionais', as séries médicas tendem a aborrecer-me. Mas admito a qualidade de 'ER'. Vi alguns episódios com agrado. Sem dúvida, um Ícon.
Sabes que para quem está de fora os médicos têm de ser incríveis, não sabes? Afinal é neles que dependemos em algumas alturas menos fáceis.
ResponderExcluirGostei muito de ver o ER. Com pena minha, não vi o último episódio, mas acompanhei alguns da última temporada.
ResponderExcluirTal como já disse num post que escrevi, concordo completamente quando dizes que os médcos são pessoas com fragilidades e problemas.
Mas para o doente, têm que ser a pessoa que os ouve, que lhes dá atenção, que cuida deles.
Foi uma das séries que vi e que mais me marcou até hoje... (até nem dá para perceber porquê nem nada...)