
"Ah e tal devias era falar do filme e coiso...", ai meus amores há tanta coisa que se deve fazer. Mas voltando ao tema central:
Não gosto da Cameron Diaz e a senhora nem chega perto de actriz. É enjoada e destrambelhada (não sequer se tal palavra existe mas pronto). Qualquer filme em que participa a expressão é a mesma: nenhuma. Posto isto, para esclarecer as mentes dos que não me conhecem (sim, eu vivo na ilusão de que este blog é seguido por pessoal que não me conhece), vamos passar ao filme:
Knight & Day (Noite e Dia, em português) é uma comédia que, tal como o Scary Movie "goza" com os filmes de terror juvenil, pretende levar os filmes de espiões, ciladas e James Bond ao ridiculo. O melhor disto tudo é que consegue sem se deixar ficar no ridiculo completo. Desde do início da história caímos na certeza de que aquilo é a gozar mas deixamo-nos levar como quem anda ao sabor do vento. Tom Cruise interpreta na perfeição o agente que caiu numa cilada e tenta impedir que uma pilha (pois, isso mesmo) caia nas mãos erradas mas que tem ar de estúpido/parvo. Mas tem este ar sem nos fazer revirar os olhos naquela do "oh por favor o que é isto". Não, é mesmo no bom sentido.
Esta é uma comédia à boa maneira: com situações estranhas, embaraçosas, diálogos descambidos, uma personagem feminina completamente destrambelhada (cai que nem uma luva na minha "amiga" Cameron Diaz) e uma personagem masculina de se lhe tirar o chapéu (o Tom Cruise até pode ser doido mas actor é de certeza: acreditamos plenamente que aquele é um agente que apenas tem o contra de ter uns parafusos a menos). E o filme conegue isto tudo sem cair no ridículo completo.
Gostei e recomendo. É bom para aliviar o stress e soltar umas pelas risadas com vontade.
See you soon :)
imagem retirada da pesquisa Google
Foi em Boston.
ResponderExcluirVários andares!
Bem, eram 2 ou 3. Mesmo assim, desde quando é que se vêm cinemas com mais de 20 salas e vários andares, neste canto de gente 'muito' séria? Foram os cinemas mais impressionantes onde estive em toda a minha vida. Claro que as salas não eram muito diferentes daquelas a que estou acostumada. Mas o complexo era enorme. Quero dizer, enorme para um cinema. Comparável a um centro comercial de médio porte. Aquilo impressionou-me, sobretudo porque eu estava muito vunerável a ser impressionada.
O cinefilo 1 queria ver um filme entitulado 'The Sorcerer's Apprentice' (que estreia em Portugal no final deste mês). Eu, contudo, tinha outra coisa em mente ('Despicable me' [estreia aqui em Outubro]). Acabámos por ver 'Knight and Day'. As explicações são demoradas e potencialmente chatas.
O Cinefilo 1 detestou e eu também deveria ter detestado. Acho que só não detestei porque tinha ouvido uma crítica simpática no programa de cinema da Antena 1 e sabia que tu até tinhas gostado. Só isso explica que, no final, eu tenha, através de uma argumentação 'retorcida', tentado amenizar aquele 'desástre'. Ouvi-me dizer algo do género:
«Acho que este filme não é assim tão mau... Porque estou convicta que os autores criaram algo mau VOLUNTARIAMENTE. Quero dizer, acho que eles pretendiam que as coisas fossem assim ridículas e em alguns momentos totalmente surreais. Não é como aqueles filmes que são MAUS e 'eles' nem sequer se apercebem disso. Por exemplo, aquela cena do avinão, quase no começo: se aquela cena fizesse parte de um filme de Tarantino, todos diriam que era de génio...»
Dividi esta opinião com outras pessoas até que finalmente uma colega muito perspicaz me perguntou o óbvio:
Por que é que alguém criaria VOLUNTARIAMENTE um fime mau?
Pois...