
Tenho vivido as últimas semanas num sítio chamado Stars Hollow. A vantagem de viver numa cidade inventada, podem imaginar, é o «sem limites» que isso representa. A ficção já me envolveu de tantas formas que nem sei dizer, mas desta maneira, não sei, roça o patológico. Felizmente falta apenas 1 temporada e meia para terminar. Depois, vou ficar um bocadinho em pânico. É a primeira fase do luto! Vou rever incontáveis vezes os meus episódios preferidos e arranjar argumentos respeitáveis para me desculpar por mais esta paixão obsessiva pela frívola ficção americana. Entretanto, tão certo como os 38 graus, vai surgir outra coisa qualquer. Stars Hollow começará a parecer um lugar estranho. Ridículo. Até que, enfim, será um lugar insuportável. Por essa altura, terei vergonha de admitir que outrora me apaixonei. Será muito confuso, por isso, hoje resolvi escrever este post-memorando. Lembrar-me-á de como eu vivi coisas impensáveis numa pequena cidade fictícia de Conneticut. Fui filha de Lorelai e nunca entendi Rory. Simpatizei com os inconcebíveis, Emily e Richard. Andei indecisa entre Dean e Jess e o Logan nunca me convenceu. Acreditei, desde os primeiros minutos, que Luke era «o tal» e se, por alguma razão esquisita, não for… então ‘f#ck them and they stupid twists’!

Mas, mais do que este remoinho que conversa de café, eu queria dizer que me convenci que ‘Gilmore Girls’ pertencia ao grupo das séries americanas de sempre com os diálogos mais extraordinários (e rápidos) e rendi-me à representação arrebatadora de Lauren Graham.
154 episódios. Please, get a life!
Adoro, adoro, adoro a série. Mesmo daquele tipo de vício que não sabes explicar e que fica ali mesmo na linha do guilty pleasure. Mas adoro.
ResponderExcluirOs dialogos são fantásticos e mostra que às vezes consegue-se fazer algo non sense mas que mostra todo o sentido do mundo. é preciso ser inteligente (coisa que falta cada vez mais)
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEu não percebo! Eu comento, o comentário é guardado, aparece no editar postagens e aqui...nada. Não gosta de mim, tá visto.
ResponderExcluirTambém vês?
ResponderExcluirÉ que não fazia ideia... Nunca me falaste.
Bem, eu também nunca falei.
Kirk é demais, não é?
E o francês Michel?
E a miúda Paris?
Meu Deus, estou tão viciada. Isto é doentio!!!
Também nunca pensei que gostasses deste tipo de séries :)
ResponderExcluirEu acho que todo o elenco é fantástico no seu papel e na forma como interagem. Está mesmo bem pensada. Adoro mesmo!
Fiquei viciada quando estive a trabalhar em Portimão. A série dava na Sic Mulher de manhã quando me estava a despachar para ir trabalhar e depois olha...viciei-me.
Adoro a relação mãe-filha, da Lorelai e dos pais e se aquilo não acaba com o Luke acho que me chateio à grande.
E os diálogos? São fantásticos, faz sentido...fica-se com a ideia que a vida pode ser assim, simples.
Se calhar somos nós que complicamos. :)